
“imagem by jlastras”
Estudos mostram que o ômega 3 protege o coração e previne contra várias doenças, entre elas alguns tipos de câncer, no entanto, agora está se confirmando o ditado popular que diz que comer peixe é bom para a memória.
Os cientistas descobriram que consumir peixes de espécie tais como salmão, anchova, sardinha, truta e sardinha, porém para obter-se esses benefícios você precisa ter esse alimento à mesa pelo menos de duas a três vezes por semana.
Ao analisarem o ômega 3, pesquisadores da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo, perceberam que o nutriente regenerou neurônios, além de ser aliado nos casos de epilepsias, esse nutriente, ômega 3, está presente em grande quantidade na gordura dos peixes originários de água profunda e fria, e também na semente de linhaça. O ômega 3 é um ácido graxo poliinsaturado, e cientistas acreditam pelos estudos realizados que esse nutriente faz bem a pessoas portadoras do mal de Alzheimer, além de depressão e até mesmo esquizofrenia.
Até o presente momento o ômega 3 tinha seu efeito reconhecido pela proteção que ele dá ao coração, uma vez que inibe a coagulação, e isso dificulta a formação de trombos, e reduz também o nível de triglicerídeos além da pressão arterial.
Estudos existem que levam os cientistas a acreditar que ele previne alterações no ritmo cardíaco, porém os mesmos garantem que seus poderes são muito mais abrangentes.
O chefe da disciplina de Neurologia Experimental da Unifesp, Fúlvio Alexandre Scorza, comprovou através de seus estudos, que uma dieta rica em ômega 3 produz novos neurônios, isso foi confirmado através de pesquisas feitas com ratos epiléticos, pois essa é uma doença neurológica mais comum, afinal afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo inteiro, observe que a maioria em países em desenvolvimento. O nutriente reduziu a morte de células cerebrais, além de recuperar e estimular a formação de neurônios, além de mostrar uma ação anti inflamatória, segundo o especialista, o que resta saber agora é se os efeitos na plasticidade do cérebro vem acompanhados de ganhos funcionais.
A pesquisa que irá se iniciar agora será com 50 crianças, na Unifesp e na USP de Ribeirão Preto, que não responderam ao tratamento comum, essas crianças irão receber 2g de ômega 3 ao dia, pelo prazo de seis meses. Scorza, esta muito otimista, pois segundo ele “mais de 20% do nosso cérebro é de substancias gordurosas e a sua saúde depende não só da quantidade de gordura que ingerimos, mas principalmente do tipo. O ômega 3 é essencial para a membrana dos neurônios, local onde os impulsos nervosos fluem”.
No entanto, deve ficar claro que no caso de pacientes portadores de epilepsia não podem substituir os medicamentos pelo ômega 3, ele é um complemento ao tratamento.
Pessoas saudáveis também se beneficiam, afinal de contas nós não sintetizamos esse ácido graxo, caso você não goste de peixe, pode consumir a semente de linhaça, ou então seu óleo.
Procure evitar o atum, pois apesar de ser uma boa fonte de ômega 3, o mesmo é contaminado por mercúrio, e quanto maior o peixe, maior é o índice de mercúrio, se for fazer uso de suplementos, fique sempre atento a procedência.
Mas as boas notícias não param por aí não, outro grupo de pesquisadores apontam que o ômega 3 podem ter ações contra o câncer de mama e de intestino.
As pesquisas mostram muitas qualidades do ômega 3, tanto que já existe o “Dia da conscientização do consumo de ômega 3”, que é o dia 03 de março, os cientistas dizem que os benefícios do ômega 3 são ilimitados, a corrente de médicos engajados afirmam que ele previne a demência, é bom para a retina, o humor e a concentração, além de ser antidepressivo e auxiliar os doentes na recuperação de derrames, como se não bastasse, no papel de anti inflamatório é ótimo em casos de artrite e da doença de Chrohn, doença essa que ataca o intestino.
Escolha então a melhor forma de consumir seu peixe, a linhaça ou seus suplementos e faça parte da leva de pessoas que já se beneficiam do ômega 3.




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